O último véu,
é aquele que não cai
mantendo-nos na posição
que nos retrai
que é sempre pré-condição
que se esvai
na esteira do tempo
nos deixando ao relento.
E as circunstância,
ilusões da instância
onde ainda estamos,
sem perceber,
perdidos ao léo
tentando derrubar,
o último véu.
Os caminhos por onde você passou se encheram de flores. E os que ainda não percorreu, aguardam ansiosos pela sua passagem...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
VÁRIAS CORES FORMAM VOCÊ
.
Seus cabelos pretos brilham
Sua pele branca reflete
Seus olhos castanhos enobrecem
Sua boca rosa, veludo
Um narizinho pontudo
.
Um queixo, lindo, um beijo
E um pescoço macio
Visivel corpo sadio
Me fez gostar mais de você.
.
Suas mãos macias, maças.
Escrevem cartas de amor
Que dizem coisas bonitas
Muitas vezes escritas
em um momento de dor
.
Me toca, faz um carinho
Nunca me esqueça sozinho
Sua sombra no meu caminho
Uma abelha pousa na flor
.
E nessa flor não tem espinho
nunca estou abandonado
Ligeiramente apavorado
como um filhote no ninho
.
André Anlub
Seus cabelos pretos brilham
Sua pele branca reflete
Seus olhos castanhos enobrecem
Sua boca rosa, veludo
Um narizinho pontudo
.
Um queixo, lindo, um beijo
E um pescoço macio
Visivel corpo sadio
Me fez gostar mais de você.
.
Suas mãos macias, maças.
Escrevem cartas de amor
Que dizem coisas bonitas
Muitas vezes escritas
em um momento de dor
.
Me toca, faz um carinho
Nunca me esqueça sozinho
Sua sombra no meu caminho
Uma abelha pousa na flor
.
E nessa flor não tem espinho
nunca estou abandonado
Ligeiramente apavorado
como um filhote no ninho
.
André Anlub
André Luiz Anlub [Poeteideser]
GRIPE SULINA OU SUÍNA
.
Agora vem a gripe suína
Já houve a espanhola
Mosquito da dengue
O vírus Ébola
.
Para uns, um modismo
Outros, coisa séria
Uns culpam o otimismo
Outros, a miséria
.
Empurram com a barriga
Cheios de entusiasmo
Cheios de lombriga
Vazias pelo marasmo
.
É culpa do país
Dos governantes
Por ai sempre se diz
Avisa aos navegantes
.
André Anlub
.
Agora vem a gripe suína
Já houve a espanhola
Mosquito da dengue
O vírus Ébola
.
Para uns, um modismo
Outros, coisa séria
Uns culpam o otimismo
Outros, a miséria
.
Empurram com a barriga
Cheios de entusiasmo
Cheios de lombriga
Vazias pelo marasmo
.
É culpa do país
Dos governantes
Por ai sempre se diz
Avisa aos navegantes
.
André Anlub
quinta-feira, 25 de junho de 2009
A Alça
. . . Quando penso em você,
vejo a Deus
e encontro a mim;
e no amor que se foi,
mas que não finda
encontro a alça,
que ergue meu espírito
em busca da Luz . . .
vejo a Deus
e encontro a mim;
e no amor que se foi,
mas que não finda
encontro a alça,
que ergue meu espírito
em busca da Luz . . .
segunda-feira, 15 de junho de 2009

OS VIVOS E OS MORTOS
Lya Luft
"Morrer não é ser deletado: aquele que aparentemente nos deixou está preservado no casulo de seu novo mistério, sem mais risco, doença ou tormentos"
Por mais que as notícias falem de crianças assassinadas com um tiro na cara e de mulheres grávidas estupradas; por mais que ao nosso lado, de todas as formas, se banalize a morte, sempre que ela nos atinge sentimos um grande abalo e fundo estranhamento. Ela nos ronda, e mesmo assim não aceitamos a Senhora Morte, cujo aceno vai nos levar também, inevitável. Ninguém sabe quando virá essa surpresa que não quereríamos ter. Chegará, súbita ou sorrateira, dedo dobrado que sinaliza: "Venha comigo, chega de brincar de vida, agora a coisa é real".
Meu primeiro encontro com ela foi a pomba morta de frio que, menininha ainda, encontrei no pátio de casa: pensei que ela estivesse dormindo e a aconcheguei debaixo do casaco. Quando me fizeram ver que estava morta, chorei inconformada. Muita insônia também sofri naquele tempo, quando morreu o menininho de 2 ou 3 anos, filho de um vizinho nosso. Os gritos de agonia daquele pai vararam a noite e chegaram até meu quarto, trazendo susto e terror só de lembrar, por longo tempo ainda. Mais tarde, eu conheceria intimamente a Velha Dama sobre a qual tanto já escrevi: ela abriu-me as portas do mistério e, embora eu nunca passasse da soleira, me fez valorizar mais a vida, os afetos, o que há de belo e bom na natureza, na arte e no ser humano, e me fez acreditar nos laços de amor que ela, a morte, não desfaz.
No recente desastre de avião, que levou num golpe mais de 200 pessoas, está uma prova dramática do quanto vivemos alienados em relação à morte, e quanto ela pode ser cruel. Sabemos de apenas alguns dramas desse acidente: o casal em lua de mel, pais perdendo filhos, dez funcionários de uma indústria francesa premiados com quatro dias no Rio com acompanhante. A lista é longa e triste. Nem precisamos de um cataclismo de grandes dimensões: basta a vida cotidiana, olhar um pouco para o lado, e lá está a morte, trazendo angústias sem medida.
No começo tudo é horrível: só desespero e dor. No choque inicial, palavras e gestos de conforto, embora essenciais, podem até parecer ofensivos a quem sofre tanto. Paciência com a pessoa enlutada faz parte dos cuidados em relação a ela: a dor é natural e necessária. Mas nossa frivolidade abomina silêncio, recolhimento e tristeza; queremos que o outro não nos perturbe nem ameace com suas lágrimas. Então dizemos: "Reaja! Não chore! Controle-se!", embora seja até perverso exigir isso de alguém que está de luto. Uma jovem reclamou que sua mãe, viúva, não parava de chorar. Desconfiei daquela vagamente irritada preocupação e perguntei: "Quanto tempo faz que seu pai morreu?". A resposta veio imediata: "Quinze dias". Sugeri que ela deixasse a mãe com seu sofrimento, para que um dia ela pudesse se recuperar. Porque, mesmo que não haja verdadeiro consolo, existe a possibilidade de, a seu tempo, cada um se recompor. Ainda que a gente nunca mais seja a mesma, mudar não é tornar-se pior. Faz parte desse processo, entender que a melhor homenagem a quem se foi é viver como ele gostaria que a gente vivesse. Esse é um dos segredos de não sobreviver como vítima que se arrasta indefinidamente, mas como quem reencontrou em si, de uma outra forma, o que parecia perdido.
Quando seus amigos choravam porque ele fora sentenciado, por uma sociedade preconceituosa, a tomar veneno, o grego Sócrates os censurou: "Por que se lamentam assim? Se a morte for um sono sem sonhos, que bom será. Mas, se for um reencontro com pessoas queridas, que bom será também!". O tempo vai preservar e iluminar os melhores momentos havidos. Talvez passemos a valorizar menos o dinheiro, o sucesso, a beleza e o poder. Seremos mais abertos à vida, mais gentis com os outros, mais bondosos conosco mesmos. Morrer não é ser deletado: aquele que aparentemente nos deixou está preservado no casulo de seu novo mistério, sem mais risco, doença ou tormentos. Não vai envelhecer nem sofrer nem se apartar de nós, os vivos. E não o perderemos nunca mais.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
HOJE ROBERTA PARTIU

Um dia chegamos debaixo de muita alegria e muitas lágrimas de felicidade. Um dia partimos debaixo de muita tristeza e lágrimas de saudades. Este é o sentido da vida...Vamos indo e vindo. Nos amamos e estaremos sempre juntos. O Amor nunca separou ninguém...É o maior fator de União entre todos nós. Não existe partida e nem chegada, apenas o ir e vir. Estamos juntos aqui e logo depois acolá. Ela não partiu apenas porque não podemos enxergá-la devido as nossas limitações. Ela vive em um plano que ainda não podemos perceber. Logo a lágrima da saudade se converterá no pranto do reencontro cheio de Felicidade e Carinho. Não aprenda a viver sem ela....Aprenda a não esquecê-la!!! Pois ela jamais gostaria de aprender a viver sem voce e nunca pensaria em esquecê-los. Não desaparecemos, apenas mudamos de plano onde os nossos carinhos, afeições e Amores continuam sempre vivos na Eternidade.Paz e Fraternidade!!!
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=45596632
ESTA COMUNIDADE FOI FEITA PARA TODOS AQUELES QUE CONHECEM A ROBERTA, PARA SEUS FAMILIARES E TAMBÉM PARA AS PESSOAS QUE NÃO A CONHECEM, MAS QUE ESTEJAM DISPOSTAS A DOAR UM POUQUINHO DO SEU TEMPO PARA UMA ORAÇÃO POR ELA.Aqueles que creêm em Deus como seu único e verdadeiro Salvador assim como crer a Roberta, pedimos que orem, rezem, peçam, seja lá qual for sua religião, não importa. O importante é nos unirmos em uma fé verdadeira para pedir a sua cura.Por isso recorremos ao O MÉDICO DOS MÉDICOS - JESUS CRISTO!
ps. Hoje Roberta deixa esse mundo terreno e vai de encontro a verdadeira vida. Agradeço todos aqueles que oraram e estiveram perto dela. Cheia de sonhos, ela deixa saudade. Nossas orações devem continuar, pois ela VIVE!
Larissa
sábado, 6 de junho de 2009
VALSA DO DESENCANTO

Ando procurando um jeito de beijar tua boca
E me distrair
Cantar mesmo soluçando os cantos chorosos
Que me fazem rir
Amo mesmo exatamente pois, amar é tudo
Que se faz ou não
Agarro feito uma criança sugando forte o teu coração
Meu coração...
Eu falo só das coisas tristes que saem do meu peito
Cheio de amor
Disfarço além da incerteza pois, meu pensamento
É forte e não tem dor
Durmo e sonho com teus braços
Imitando abraços que eu já te dei
Me perco nas tuas mordidas que hoje são feridas
Que não somem mais... E nunca mais...
Ando procurando um jeito de beijar tua boca
E me distrair
Cantar mesmo soluçando os cantos chorosos
Que me fazem rir
Eu Amo mesmo exatamente pois, amar é tudo
Que se faz ou não
Vagar feito uma criança sugando forte o teu coração
Meu coração...Eu falo só das coisas tristes que saem do meu peito
Cheio de amor
Disfarço além da incerteza pois, meu pensamento
É forte e não tem dor
Durmo e sonho com teus braços
Imitando abraços que eu já te dei
Me perco nas tuas mordidas que hoje são feridas
Que não somem mais... E nunca mais...
Deixo as coisas e teu pranto
Não me chames tanto
você já Morreu...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
NÁUSEA
SEMPRE PENSEI QUE A POESIA FOSSE DE OURO OU DE PRATA
TALVEZ ATÉ, MAS POUCAS VEZES, DE BRONZE
PORQUE NA MINHA MENTE INOCENTE
POESIA SEMPRE FOI O MAIS RICO DOS SONHOS
ENTÃO, ABRIRAM UMA PORTA ENORME EM MIM
A PORTA DO MEU INCONSCIENTE
E ALI, A POESIA ERA PODRE, DEFEITUOSA, FEBRIL
E NÃO TINHA NEM DE PERTO OURO OU PRATA
COM ESSA POESIA FEBRIL
AINDA ESCREVI VERSOS DOENTES
VOMITAVA A PODRIDÃO DO MUNDO
E SENTIA AS MAIS TERRÍVEIS DORES EM CADA LINHA
QUANTO MAIS AMARGA FICAVA MINHA BOCA
MAIS PALAVRAS ERAM ESCRITAS PELA MINHA MÃO
QUANTO MAIS MEU ESTÔMAGO SE REVIRAVA EM DORES AGUDAS
MAIS VIA COM CLAREZA QUE POESIA PODE RETRATAR A PODRIDÃO
POESIA É A MAIS PURA DOR
POESIA É A MORTE PRECOCE
POESIA É O VERSO DOS MORTOS QUE AINDA VIVEM
E EU ESTOU AQUI, ESCREVENDO POESIAS
MEU CORPO, HOJE FRACO, RETRATA AGORA TODA A FEBRE DA HUMANIDADE
AI DE VÓS! GENTE FEBRIL! ONDE O CIGARRO INVADE TUA RESPIRAÇÃO!
ONDE O PRAZER EFÊMERO ENTOPE SEU CORAÇÃO
ONDE O PÓ, BRANCO COMO VÉU DE NOIVA, DESTRÓI SEUS NEURÔNIOS E SUA VISÃO
ONDE SUA MENTE JÁ ESTÁ TOMADA DE TODA ESSA SOLIDÃO!
AI DE VÓS, GENTE INFELIZ! QUE CONHECE TODO O PECADO DESSE MUNDO E SE ENTOPE DE PRAZERES EFÊMEROS ONDE A MORTE PODE TE AVISTAR DA PRIMEIRA ESQUINA, NUM PRIMEIRO OLHAR
AI DE VÓS, QUE ENTOPEM O MUNDO COM O VÍCIO DA INTOLERÂNCIA E DA MALDADE, QUE MALTRATAM VÓS MESMOS COM A IGNORÂNCIA DA DEPRESSÃO!
JÁ OLHAI OS QUE TEM FOME?
JÁ OLHAI OS QUE TEM SEDE?
FERIDAS NASCEM POR TODA PARTE SEM QUE ELES QUEIRAM, POIS AINDA TEM GENTE QUE LUTA PRA VIVER!
E VÓS? QUE PLANTAM FERIDAS NA MENTE E TEM A MESA FARTA NO JANTAR!
E VÓS? QUE SUSTENTAM A FUMAÇA DA DESGRAÇA NO PRÓPRIO CORPO E TENDES A ÁGUA MAIS LIMPA PARA BEBER!
SOIS VÓS OS FAMINTOS
SOIS VÓS OS SEDENTOS
SOIS VÓS OS IMUNDOS QUE FREQUENTAM A FALSA LIMPEZA DA HUMANIDADE
SOIS SUJOS E JÁ VOMITO POR VÓS
MINHA CURA ESTÁ NA CURA DA HUMANIDADE, POR ISSO ESPERO MINHA MORTE
NADA MAIS CONSEGUE TAMPAR MEUS OLHOS E OUVIDOS
ENXERGO COM CLAREZA, PORQUE PREFIRO SER UM BICHO SELVAGEM, A SER UM HOMEM DITO RACIONAL
O SANGUE ESCORRE PELAS MINHAS MÃOS ONDE ESCREVO OS VERSOS
A VIDA SE FINDOU E VOCÊ SEQUER SE VIU NO ESPELHO
A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE ESCORRE PELOS MEUS OLHOS, CAI NO MEU BRAÇO, ESCORREGA LENTAMENTE ATÉ CHEGAR NOS MEUS DEDOS
PERCEBO QUE JÁ NÃO ESCREVO VERSOS
ERGO MINHA CABEÇA CANSADA PARA O CÉU NA ESPERANÇA DE ENCONTRAR DEUS
MAS SÓ VEJO NUVENS ESPARSAS E UM INFINITO CINZENTO
NÃO FAÇO NENHUMA PRECE, NÃO TENHO NENHUMA PROMESSA
SÓ O QUE TENHO É O ESTÔMAGO REVIRADO QUE VOMITA TODA MISÉRIA
MAIS UMA VEZ OLHO PARA O CÉU, DESTA VEZ NA ESPERANÇA DE ENCONTRAR UMA RAZÃO
ENTÃO VEJO QUE NÃO HÁ MAIS NUVENS E QUE O INFINITO SE TORNOU AZUL
SINTO NO CORPO UM LENTO CALOR DE COR DOURADA
MEUS LÁBIOS OPACOS ESBOÇAM UM SORRISO DE QUE A POESIA PODE SER DE NOVO DE OURO E PRATA!
ABRO MEUS OLHOS, ESTÁ ESCURO LÁ FORA
A LUZ DO QUARTO ACESA ME RETORNA À REALIDADE
LEVANTO LENTAMENTE E VOMITO O SONHO PERDIDO
A DOR QUE AINDA SINTO
POESIA DE OURO E PRATA?
SÓ PARA AQUELES QUE MORRERÃO DE FOME E DE SEDE!
Larissa 00:29 02 de dezembro de 2007
SEMPRE PENSEI QUE A POESIA FOSSE DE OURO OU DE PRATA
TALVEZ ATÉ, MAS POUCAS VEZES, DE BRONZE
PORQUE NA MINHA MENTE INOCENTE
POESIA SEMPRE FOI O MAIS RICO DOS SONHOS
ENTÃO, ABRIRAM UMA PORTA ENORME EM MIM
A PORTA DO MEU INCONSCIENTE
E ALI, A POESIA ERA PODRE, DEFEITUOSA, FEBRIL
E NÃO TINHA NEM DE PERTO OURO OU PRATA
COM ESSA POESIA FEBRIL
AINDA ESCREVI VERSOS DOENTES
VOMITAVA A PODRIDÃO DO MUNDO
E SENTIA AS MAIS TERRÍVEIS DORES EM CADA LINHA
QUANTO MAIS AMARGA FICAVA MINHA BOCA
MAIS PALAVRAS ERAM ESCRITAS PELA MINHA MÃO
QUANTO MAIS MEU ESTÔMAGO SE REVIRAVA EM DORES AGUDAS
MAIS VIA COM CLAREZA QUE POESIA PODE RETRATAR A PODRIDÃO
POESIA É A MAIS PURA DOR
POESIA É A MORTE PRECOCE
POESIA É O VERSO DOS MORTOS QUE AINDA VIVEM
E EU ESTOU AQUI, ESCREVENDO POESIAS
MEU CORPO, HOJE FRACO, RETRATA AGORA TODA A FEBRE DA HUMANIDADE
AI DE VÓS! GENTE FEBRIL! ONDE O CIGARRO INVADE TUA RESPIRAÇÃO!
ONDE O PRAZER EFÊMERO ENTOPE SEU CORAÇÃO
ONDE O PÓ, BRANCO COMO VÉU DE NOIVA, DESTRÓI SEUS NEURÔNIOS E SUA VISÃO
ONDE SUA MENTE JÁ ESTÁ TOMADA DE TODA ESSA SOLIDÃO!
AI DE VÓS, GENTE INFELIZ! QUE CONHECE TODO O PECADO DESSE MUNDO E SE ENTOPE DE PRAZERES EFÊMEROS ONDE A MORTE PODE TE AVISTAR DA PRIMEIRA ESQUINA, NUM PRIMEIRO OLHAR
AI DE VÓS, QUE ENTOPEM O MUNDO COM O VÍCIO DA INTOLERÂNCIA E DA MALDADE, QUE MALTRATAM VÓS MESMOS COM A IGNORÂNCIA DA DEPRESSÃO!
JÁ OLHAI OS QUE TEM FOME?
JÁ OLHAI OS QUE TEM SEDE?
FERIDAS NASCEM POR TODA PARTE SEM QUE ELES QUEIRAM, POIS AINDA TEM GENTE QUE LUTA PRA VIVER!
E VÓS? QUE PLANTAM FERIDAS NA MENTE E TEM A MESA FARTA NO JANTAR!
E VÓS? QUE SUSTENTAM A FUMAÇA DA DESGRAÇA NO PRÓPRIO CORPO E TENDES A ÁGUA MAIS LIMPA PARA BEBER!
SOIS VÓS OS FAMINTOS
SOIS VÓS OS SEDENTOS
SOIS VÓS OS IMUNDOS QUE FREQUENTAM A FALSA LIMPEZA DA HUMANIDADE
SOIS SUJOS E JÁ VOMITO POR VÓS
MINHA CURA ESTÁ NA CURA DA HUMANIDADE, POR ISSO ESPERO MINHA MORTE
NADA MAIS CONSEGUE TAMPAR MEUS OLHOS E OUVIDOS
ENXERGO COM CLAREZA, PORQUE PREFIRO SER UM BICHO SELVAGEM, A SER UM HOMEM DITO RACIONAL
O SANGUE ESCORRE PELAS MINHAS MÃOS ONDE ESCREVO OS VERSOS
A VIDA SE FINDOU E VOCÊ SEQUER SE VIU NO ESPELHO
A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE ESCORRE PELOS MEUS OLHOS, CAI NO MEU BRAÇO, ESCORREGA LENTAMENTE ATÉ CHEGAR NOS MEUS DEDOS
PERCEBO QUE JÁ NÃO ESCREVO VERSOS
ERGO MINHA CABEÇA CANSADA PARA O CÉU NA ESPERANÇA DE ENCONTRAR DEUS
MAS SÓ VEJO NUVENS ESPARSAS E UM INFINITO CINZENTO
NÃO FAÇO NENHUMA PRECE, NÃO TENHO NENHUMA PROMESSA
SÓ O QUE TENHO É O ESTÔMAGO REVIRADO QUE VOMITA TODA MISÉRIA
MAIS UMA VEZ OLHO PARA O CÉU, DESTA VEZ NA ESPERANÇA DE ENCONTRAR UMA RAZÃO
ENTÃO VEJO QUE NÃO HÁ MAIS NUVENS E QUE O INFINITO SE TORNOU AZUL
SINTO NO CORPO UM LENTO CALOR DE COR DOURADA
MEUS LÁBIOS OPACOS ESBOÇAM UM SORRISO DE QUE A POESIA PODE SER DE NOVO DE OURO E PRATA!
ABRO MEUS OLHOS, ESTÁ ESCURO LÁ FORA
A LUZ DO QUARTO ACESA ME RETORNA À REALIDADE
LEVANTO LENTAMENTE E VOMITO O SONHO PERDIDO
A DOR QUE AINDA SINTO
POESIA DE OURO E PRATA?
SÓ PARA AQUELES QUE MORRERÃO DE FOME E DE SEDE!
Larissa 00:29 02 de dezembro de 2007
domingo, 24 de maio de 2009
DESENHA
Desenha-se o silêncio no horizonte tardio,
raiado de finos oiros do astro mor,
e seu contorno ora esgrime-
e noutras voltas oprime -
aquela que o olha emornecida de profundo e alvo amor.
Ó noite que te aconchegasem seus braços frios e dormentes,
responde-lhe, se é que podes,
com que fins tu sobes como cinzelada ermidade
sonhos e ilusões ausentes.
Pudessem as estrelas contar-te!...
Mas seu feito é de tal grandeza,
que bocas mil se espantam
outras tantas se encantam no exemplo feito vida,
na dor feita firmeza.
Quantos soluços são abafados nas horas que em ti se estendem?
Quanta ânsia amordaçada,
quanta lágrima ocultada,
nesta tua tarde esmorecida.
E quão poucos os que isto entendem:
pior do que morrer na morte,
é a dor de sofrer a morte em vida.
com carinho, Larissa-24/05/2009
CORAÇÃO NAVEGANTE
Os movimentos do mar
Me trouxeram novamente
Para finalmente atracar
Plantei uma semente
Para que pudesse te reencontrar
Criou-se árvore diferente
Um faról dislumbrante
Referência de navegante
Casa em terra firme
Porto seguro e aconchegante
Amor tão sublime
Que fez me teu eterno amante
Sempre a descobrir
Sensação intensa e viciante
No prazer de te sentir
Como se não houvesse o antes
Acho que os anos irão se passar
Com aquela certeza que teremos no olhar
E as eternas ondas da vida
Virão com gotas silenciosas de saída
Despercebidas, frente ao nosso beijar
E a casa se fará mantida
Para que o casal possa nela descansar
Decimar Biagini
Me trouxeram novamente
Para finalmente atracar
Plantei uma semente
Para que pudesse te reencontrar
Criou-se árvore diferente
Um faról dislumbrante
Referência de navegante
Casa em terra firme
Porto seguro e aconchegante
Amor tão sublime
Que fez me teu eterno amante
Sempre a descobrir
Sensação intensa e viciante
No prazer de te sentir
Como se não houvesse o antes
Acho que os anos irão se passar
Com aquela certeza que teremos no olhar
E as eternas ondas da vida
Virão com gotas silenciosas de saída
Despercebidas, frente ao nosso beijar
E a casa se fará mantida
Para que o casal possa nela descansar
Decimar Biagini
sábado, 23 de maio de 2009

VIM TE BUSCAR
Hoje vim te buscar no meu pensamento
Quem me trouxe até aqui soprou forte
Foi o vento
Na viagem colhi fruta madura
Flores do campo pra te aliviar
Vi pássaros, ouvi trovões
A chuva veio pra me molhar
Não resistindo ao encanto da chuva
Deixei a agua cair sobre o meu corpo
Lavei a alma e coração
Senti leveza
Quis voar
Meu vôo foi intenso
Comecei tirando devagarinho os pés do chão
Aprendi a flutuar
Uma andorinha que andava apressada parou para olhar
Me convidou para com ela ver o verão chegar
Assim fomos juntas
E como mágica comecei a voar
Voava leve e solta
Vi terras, cachoeiras e florestas
Num instante já estava no mar
Nadei com baleias e golfinhos
Conheci a estrela do mar
Mergulhei nas profundezas do oceano
Vi corais e navios perdidos
Vi a vida atë então desconhecida
Vi a luz da lua a jorrar na ägua o encanto do luar
De volta estava com os pés na terra
Já estava quase lá
De tão lindo que foi caminho
Jurei um dia voltar
Te encontrei sozinho, sentado num canto a chorar
Me aproximei de mansinho sem saber o que falar
Não sabia o que houvera
Nem tampouco como parar
De repente a primavera
Veio com as flores perfumar
O perfume exalou
De novo quis voar
Desta vez minha companhia
O vento ajudou a carregar
E Entre terras tão distantes
Não mais quis te deixar
Vem comigo meu amor
Este mundo desbravar!
Larissa
Hoje vim te buscar no meu pensamento
Quem me trouxe até aqui soprou forte
Foi o vento
Na viagem colhi fruta madura
Flores do campo pra te aliviar
Vi pássaros, ouvi trovões
A chuva veio pra me molhar
Não resistindo ao encanto da chuva
Deixei a agua cair sobre o meu corpo
Lavei a alma e coração
Senti leveza
Quis voar
Meu vôo foi intenso
Comecei tirando devagarinho os pés do chão
Aprendi a flutuar
Uma andorinha que andava apressada parou para olhar
Me convidou para com ela ver o verão chegar
Assim fomos juntas
E como mágica comecei a voar
Voava leve e solta
Vi terras, cachoeiras e florestas
Num instante já estava no mar
Nadei com baleias e golfinhos
Conheci a estrela do mar
Mergulhei nas profundezas do oceano
Vi corais e navios perdidos
Vi a vida atë então desconhecida
Vi a luz da lua a jorrar na ägua o encanto do luar
De volta estava com os pés na terra
Já estava quase lá
De tão lindo que foi caminho
Jurei um dia voltar
Te encontrei sozinho, sentado num canto a chorar
Me aproximei de mansinho sem saber o que falar
Não sabia o que houvera
Nem tampouco como parar
De repente a primavera
Veio com as flores perfumar
O perfume exalou
De novo quis voar
Desta vez minha companhia
O vento ajudou a carregar
E Entre terras tão distantes
Não mais quis te deixar
Vem comigo meu amor
Este mundo desbravar!
Larissa
quinta-feira, 7 de maio de 2009
SENTIMENTOS

O que me diz seu olhar?
Seu olhar me diz tudo
e não só diz,como também seduz me encanta, paralisa, me acalma.
Seu sorriso é mágico!
Me traz alegria,esperança; me faz acreditar que tudo é possível.
É a cura de todos os meus males ,de todas as minhas fraquezas.
Seus gestos simples me impressionam, me confortam,me trazem ternura.
Você me faz viver cada dia intensamente e me faz querer aprender mais e mais contigo.
Seus pensamentos,difícil entender ! são complexos.
Me fazem refletir sobre tudo que existe. Te entender...é algo que eu sempre tento.
Mais que os seus sentimentos, sua alma é nobre ,é pura, é um grande raio de luz que ofusca meus olhos com o seu brilho, que me faz querer acreditar que o bom e o certo ainda existem.
Meu coração bate cada vez mais forte.Ele sorri para ti porquê você alimenta este sentimento.
Você transformou o impossível em possível, e mostrou que um coração não vive sem carinho.
Você estendeu suas mãos para mim e eu em uma única oportunidade segurei a sua.
Me senti segura.
Você faz parte de mim e eu de ti.
Resgatamos nobres sentimentos.
E eu procurava a ti e você a mim.
Dois corações...juntos...em um começo sem fim !
Larissa-07/05/2009-22;45
quarta-feira, 6 de maio de 2009
SENTIDOS

O mais provavel entre dois amantes é a convicção do sentimento completo, coisa de pele.Queima sem ter fogo, acende sem fagulha.....Doi sem tormento, é muito forte vem de dentro, faz sentir um ao outro, não consiste em durar mais gera falta, atrai....feche os olhos e sinta, é muito mais que uma cor, corroi a culpa, promulga, mas é de sempre......Coisa de Pele.É ter sua lembrança estampada com meu desejo, marcada pelo beijo, atribuida a seus braços num simples toque no rosto, um aperto, o som do respirar, palpitação sem manipular. Coisa de pele é ter perto de mim algo que não está numa pequena lembrança, em um flash um piscar.........
segunda-feira, 13 de abril de 2009
ENFEITIÇADOS

Num casal, linda magia a acontecer
Como que bebendo uma poção
O amor renasce, vindo a florescer
Pouco a pouco, em cada coração
Em meio a tantas idas e vindas
Em que cortavam-lhes a seiva
Então surgem histórias lindas
Na busca de nova alternativa
Sentados ante a luz do futuro
Gostando de forma construtiva
De mãos dadas no semi-escuro
Entregam-se de forma decisiva
Sem medo de tentarem algo novo
Permitem-se confiando no instinto
Mantêm segredo diante do povo
Fingem chorar pelo amor extinto
Ocultando a verdadeira alegria
Acreditam novamente no amor
Encantados com a plena magia
Contemplam-se sem o dissabor
Decimar Biagini, 13 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
LÁGRIMA DE AMAR

LÁGRIMA DE AMAR
Uma face
Um olhar
Uma lágrima
Gosto de mar
Que num instante é aparada pelo dedo
A imensidão numa pequena mão
O dedo que segura a lágrima
O infinito numa fração
Aqui o tempo não conta
Estancou
Junto com o pranto que o infinito levou
Através do dedo que segura o mar
Através do sentimento que só tem o olhar
Olhos marejados de amar
Lágrima que cai na boca
Que engrena o tempo
Na sofrida ânsia de beijar
Larissa Fortiori-03/04/2009
Uma face
Um olhar
Uma lágrima
Gosto de mar
Que num instante é aparada pelo dedo
A imensidão numa pequena mão
O dedo que segura a lágrima
O infinito numa fração
Aqui o tempo não conta
Estancou
Junto com o pranto que o infinito levou
Através do dedo que segura o mar
Através do sentimento que só tem o olhar
Olhos marejados de amar
Lágrima que cai na boca
Que engrena o tempo
Na sofrida ânsia de beijar
Larissa Fortiori-03/04/2009
LÁGRIMA DE AMAR
LÁGRIMA DE AMAR
Uma face
Um olhar
Uma lágrima
Gosto de mar
Que num instante é aparada pelo dedo
A imensidão numa pequena mão
O dedo que segura a lágrima
O infinito numa fração
Aqui o tempo não conta
Estancou
Junto com o pranto que o infinito levou
Através do dedo que segura o mar
Através do sentimento que só tem o olhar
Olhos marejados de amar
Lágrima que cai na boca
Que engrena o tempo
Na sofrida ânsia de beijar
Larissa Fortiori-03/04/2009
Uma face
Um olhar
Uma lágrima
Gosto de mar
Que num instante é aparada pelo dedo
A imensidão numa pequena mão
O dedo que segura a lágrima
O infinito numa fração
Aqui o tempo não conta
Estancou
Junto com o pranto que o infinito levou
Através do dedo que segura o mar
Através do sentimento que só tem o olhar
Olhos marejados de amar
Lágrima que cai na boca
Que engrena o tempo
Na sofrida ânsia de beijar
Larissa Fortiori-03/04/2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
AOS QUE SE FORAM
AOS QUE SE FORAM
Aonde o sol não arde mais
Aonde a Lua não aparece
Espero que esteja em paz
Todo ser que um dia falece
Para recompor a paisagem
Sem aqueles entes queridos
Deixo a minha mensagem
Para não serem esquecidos
Quando o véu da morte
Quebra o relógio da vida
Fica no amigo o corte
Sem que cure a ferida
Qualquer fato liga a algúem
Quando recente a lembrança
Embora partindo para o além
Da despedida não se cansa
Que Deus leve o ser amado
A Ele não se pergunta o porquê
Não basta só ter chorado
É preciso com a morte aprender
Que quem desce já vem morrer
Nasce rosa e espera murchar
Pode ir mais cedo se um corte sofrer
Pois pode Deus a flor arrancar
Decimar Biagini, 26 de março de 2009
Aonde a Lua não aparece
Espero que esteja em paz
Todo ser que um dia falece
Para recompor a paisagem
Sem aqueles entes queridos
Deixo a minha mensagem
Para não serem esquecidos
Quando o véu da morte
Quebra o relógio da vida
Fica no amigo o corte
Sem que cure a ferida
Qualquer fato liga a algúem
Quando recente a lembrança
Embora partindo para o além
Da despedida não se cansa
Que Deus leve o ser amado
A Ele não se pergunta o porquê
Não basta só ter chorado
É preciso com a morte aprender
Que quem desce já vem morrer
Nasce rosa e espera murchar
Pode ir mais cedo se um corte sofrer
Pois pode Deus a flor arrancar
Decimar Biagini, 26 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
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O INÍCIO
Tudo começou pelas idéias e confesso que demorou até chegar ao papel. Depois de alguns anos, os papéis ficaram amarelados e resolvi digitar tudo. Então percebi que era muita coisa, muitos sentimentos, muitas flores e muitos espinhos.O incentivo que dava à minha mãe para publicar um livro, passou ser o meu incentivo.Nos meus escritos, por assim dizer, tem um pouco de tudo, um pouco da vida, falo da natureza, das coisas simples, sofisticadas, de mim, de alegrias, triztezas, decepções, drogas e vontade de ver pessoas cada vez melhores a fim de construir , ou reconstruir esse mundo para legá-lo a gerações futuras.Sou jurista e não advogada. Não advogo porque não é minha vocação. Adoro ler e estudar, por isso migrei para a área científica do Direito.A minha verdadeira vocação é ARTES. De todo tipo: Dança, teatro, Artes plásticas, música, fotografias!Sou do tipo de tem ALMA DE ARTISTA. Sou cheia de ideais e esse fato muitas vezes me leva à profundas decepções, mas também tem suas recompensas. Então fico com as recompensas!Tenho um propósito bem latente hoje: O COMBATE ÁS DROGAS. A Droga é um Câncer e não prejudica e mata só quem a utliliza, destrói também a família.Poesia, hoje para mim, é um modo de vida. Uma maneira que encontrei para descarregar sentimentos oprimidos. Então escrevo muito. Tenho poesias mirabolantes até as mais singelas.MÚSICA: ahhhh, a música, o que seria do ser humano sem uma melodia. Apesar de já ter feito piano, violão e flauta, não toco, mas gosto de ouvir as mais variadas canções e os mais variados artistas. Comecei a valorizar também a música sem rótulos. Sim. Aquele que seu vizinho compôs e você acha bonita, aquela que você compôs e gostaria de gravar. Eu, por exemplo tenho várias letras de músicas, só falta a melodia-por pouco tempo!O verbo desse blog é FAZER!Já deixei de ficar de braços cruzados a muito tempo. Sempre fiz. No meu tempo...mas sempre fiz!Consigo hoje, pensar 10 vezes antes de falar, pois posso magoar alguém ou minha fala pode ser fruto de uma mentira ou fofoca, então procuro cultivar a fala amorosa e deixar de lado a fala imprópria e inadequada.Por muitos anos analisei a palavra PERDÃO; e sinceramente acho muito difícil perdoar. Então arranjei uma saída: NÃO ME OFENDER! Dessa forma não preciso perdoar, porque não fui ofendida.Gosto muito de ler e estudar filosofia e ultimamente estou estudando doutrinas e religiões orientais.Apesar de não parecer, eu tenho uma tremenda habilidade para falar em público, principalmente com a platéia cheia. Quanto mais gente melhor.A DANÇA: é minha asa. Dançando consigo voar, plainar...Gosto de danças nas suas diversas formas, só não me convide pra dançar Funk.ARTES PLÁSTICAS: a pintura , seja ela qual for é o nosso retrato do dia. Gosto muito de pintar. Me relaxa e eu viajo nas cores. Gosto de Monet, Picasso e Portinari. Acho Da Vinci incrível, mas não faz meu estilo. Bem, adoro artistas desconhecidos, aliás são os que eu mais gosto.Quando a gente cresce, percebe que ser uma constante na vida é praticamente impossível. Nós somos seres de "altos e baixos", principalmente nos dias de hoje, onde as doenças mentais cresceram absurdamente. As pessoas hoje são tão preocupadas, correm de um lado para outro, as crianças sofrem de hiperatividade, ninguém tem gentileza no trânsito, ninguém tem mais paciencia.O mundo precisa urgente de uma palavrinha mágica chamada TOLERÂNCIA! A TOLERÂNCIA no meu ponto de vista, é a bola da vez desse século. E quando digo tolerância falo de sentido amplo. Tolerancia no trânsito, no trabalho, dentro de casa, ao telefone, com amigos, com estranhos, com a natureza, com o planeta, com VOCÊ! Sim. Temos que ser tolerantes com nós mesmos também. Se eu não consigo ser tolerante e amável comigo mesma, como conseguirei ser com quem está ao meu lado?É isso, aos poucos todos que entrarem ou participarem desse blog irão me conhecer um pouquinho melhor e o mais importante, se esforçarão para ser pessoas melhores.COMO NÃO POSSO MUDAR O MUNDO, VOU COMECAR PELAS PESSOAS!Larissa
