É a recorrência involuntária
à idéia solitária
da lembrança imaginária
mera ilusão sedentária
que torna a vida temerária
quando teima em existir.
E este ruminar emocional
é o seu viés infernal
rescindindo à ausência celestial
que antecipa o Umbral
que ainda jaz no âmago atemporal
espaço interior da Alma imortal.
Para lembrar, que
de nada adianta ruminar,
remoendo o que já foi, digerido
e que deve ser esquecido
para tornar mais leve
a digestão,
do banquete que a vida oferece
e que não sabemos apreciar,
por termos perdido o paladar,
por insistir em ruminar.
Sergio Renato Bacellar - 22/09/2009
Os caminhos por onde você passou se encheram de flores. E os que ainda não percorreu, aguardam ansiosos pela sua passagem...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Ser quem és !!!
Um dia pedi ao Altíssimo
permitir-me apenas ser quem sou
cumprindo sua Divina vontade
naquilo à que me prestou.
Esqueci contudo mais importante
refletido em sua risada,
pela besteira pronunciada
por mim naquele instante.
Como quem revela
a ingênua ignorância
daquele que está distante
sem perceber a audácia
da óbvia falácia
contida na petição
daquele que olvida
a necessária razão, e
o profundo sentido
de estar sempre
a Ti unido
em eterna redenção.
Para lembrar finalmente,
que sem Deus
não há gente,
nem a mínima salvação.
Portanto fez-me ver
o Altíssimo
a besteira do pedido
em ser o que já sou,
querendo engodar a si mesmo
na miragem que o ego plantou.
Então fica a lição,
do silêncio que vem de cima
ensinando que já és,
aquilo que queres ser.
11/09/2009
domingo, 6 de setembro de 2009
A NATUREZA RETRATA DEUS

Penso que jamais verei
Um poema tão adorável quanto uma árvore;
Uma árvore que no verão pode usar
Um ninho de pintarroxos nos cabelos.
Uma árvore sobre a qual a neve se deita,
Que convive intimamente com a chuva;
Uma árvore cuja boca faminta é comprimida
Contra o peito farto e adocicado da terra.
Uma árvore que olha para Deus todos os dias
E ergue seus braços frondosos para orar.
Poemas são feitos por néscios como eu,
Mas só Deus pode fazer uma árvore.
Um poema tão adorável quanto uma árvore;
Uma árvore que no verão pode usar
Um ninho de pintarroxos nos cabelos.
Uma árvore sobre a qual a neve se deita,
Que convive intimamente com a chuva;
Uma árvore cuja boca faminta é comprimida
Contra o peito farto e adocicado da terra.
Uma árvore que olha para Deus todos os dias
E ergue seus braços frondosos para orar.
Poemas são feitos por néscios como eu,
Mas só Deus pode fazer uma árvore.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O Zen e a compreensão

Não há pressa
na espera
a que se cumpra
a promessa
que ao elo desfaz
mostrando no fundo
o que há por trás
da realidade do instante
da ilusão circunstante
que ao Agora subjaz.
E na serenidade necessária
ao alcance transcendente
a Alma encontra, finalmente,
a Paz além do entendimento
sublimando a razão, e
trazendo uma grande compreensão:
Compreenda você, ou não,
as coisas são como são.
28/08/2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
INSPIRAÇÃO

Inpiração
Devaneio ...costurando, em linhas tênues, à procura da palavra do poeta.Embaraçando rabiscos incompreensíveis num papel amassado.Psicografando um surto de inspiração volátil.Concateno palavras desconexas, em busca de um sentido poético,Misturando sentimentos e sensações ao acaso.No silêncio do meu respirar, ouço os flashes da minha memória a capturar frases que não esperam o momento certo.E os dedos, num deslizar frenético sobre as dobras do pequeno espaço branco, frisam o fotografar neural numa imagem real escrita.É o momento ... em que o coração palpita emoções narcisistas e abraça a cria num suspiro suave. É neste instante, congelado no papel,que reside a inspiração, essência do poeta.
Devaneio ...costurando, em linhas tênues, à procura da palavra do poeta.Embaraçando rabiscos incompreensíveis num papel amassado.Psicografando um surto de inspiração volátil.Concateno palavras desconexas, em busca de um sentido poético,Misturando sentimentos e sensações ao acaso.No silêncio do meu respirar, ouço os flashes da minha memória a capturar frases que não esperam o momento certo.E os dedos, num deslizar frenético sobre as dobras do pequeno espaço branco, frisam o fotografar neural numa imagem real escrita.É o momento ... em que o coração palpita emoções narcisistas e abraça a cria num suspiro suave. É neste instante, congelado no papel,que reside a inspiração, essência do poeta.
domingo, 2 de agosto de 2009
SONETO À REGRESSÃO
Hoje vim lançar versos a te indagar
Arrojo-os como uma sonda a tua alma
A pedra que há no fundo a rima vai tirar
Então não tenha medo, não perca a calma
Quero que durma e acorde no teu passado
Encare então a luz que te cegou ao nascer
Pense na primeira dor do pulmão dilatado
E dos tapinhas que conseguiste esquecer
Agora debruçado sobre o seio materno
Diga-me quem mais mereceria teu carinho
Quem te embalava e agasalhava no inverno
Um poço profundo é um ser que se diz sozinho
Então quero que acolhas meu verso fraterno
A fim de enfrentar a vida relembrando teu caminho
Decimar Biagini
sexta-feira, 31 de julho de 2009
AMAR
A quilo que o Diabo prometeu
M eu ouro não pode te dar
A quilo que veio de Deus
R ecebi, e quis te mostrar
DECIMAR BIAGINI
http://decimarbiagini.blogspot.com
quarta-feira, 29 de julho de 2009
QUANDO UM HOMEM COMEÇA A MUDAR
Ainda que imperfeito porque mal assimilado
Um homem vivia em beleza e magnitude
Sua cegueira fez o castelo se ruir, ficou assustado
Um raio de luz abriu seus olhos, surge a inquietude
Diante de tudo o que perdera, o mais sagrado
Ter tomado um rumo que jamais imaginaria
Em peregrinação da alma, em tom magoado
Utilizou-se de todos os conselhos, buscou energia
Mas parecia que algo ainda lhe faltava
Observou tudo à sua volta, a casa vazia
Tentou corrigir o passado, mas não retornava
Foi então que deu o primeiro passo, fez poesia
Decimar Biagini
terça-feira, 28 de julho de 2009
Alma Nua
Se pudesses saber
o tamanho da dor
que me vai na alma
perceberias, no silêncio
da minha calma
a quietude que advém
da profundidade do agora
no instante em que entendemos
que a infinitude da Alma
é eterna.
o tamanho da dor
que me vai na alma
perceberias, no silêncio
da minha calma
a quietude que advém
da profundidade do agora
no instante em que entendemos
que a infinitude da Alma
é eterna.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Arado poético
É pela poesia que virei a vencer-me
Da dureza fria que não lapidei
E ao esquecer-me entreguei
À morte uma das faces do meu eu
Antes que se extinga reajo
revivendo o sentimento
Na restinga pessoal
Inabitada de emoções
Campo fértil a plantações
Quiméricas vertentes
Que ainda pendentes
Se vêm a murchar
Morrendo na intenção
Mas o arado poético
Às vezes profético
rejeita a extinção
Rasgando o ente
Inoculando a semente
Que traz a renovação
E na primavera pessoal
Mera estação emocional
Não passará
Mas dulcificará
As arestas
revelando as frestas
Por onde vaza o meu amor.
Sergio Renato Bacellar
(Da série trilogia da Alma) - http://religarecafe.blogspot.com/
Da dureza fria que não lapidei
E ao esquecer-me entreguei
À morte uma das faces do meu eu
Antes que se extinga reajo
revivendo o sentimento
Na restinga pessoal
Inabitada de emoções
Campo fértil a plantações
Quiméricas vertentes
Que ainda pendentes
Se vêm a murchar
Morrendo na intenção
Mas o arado poético
Às vezes profético
rejeita a extinção
Rasgando o ente
Inoculando a semente
Que traz a renovação
E na primavera pessoal
Mera estação emocional
Não passará
Mas dulcificará
As arestas
revelando as frestas
Por onde vaza o meu amor.
Sergio Renato Bacellar
(Da série trilogia da Alma) - http://religarecafe.blogspot.com/
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Oito princípios Sufis
Consideram como fundamentais oito princípios:
- Ter consciência da respiração;
- Ver por onde se caminha;
- Viajar interiormente;
- Experimentar a solidão no meio da sociedade humana;
- A recordação de Allah (também chamado Zikir);
- O refrear dos pensamentos;
- O controle dos pensamentos;
- A concentração no Divino.
Uma característica desta ordem é o "zikr silencioso" (lembrança de Deus), ao invés da vocalização em voz alta como faz as outras ordens sufis. Também faz parte a "oração em movimento" - cada passo e ação é uma lembrança de Deus.
Paroxismo
É o extremo a que chegamos
e sem perceber, distamos,
de nossa essência
esquecendo da consciência,
de ser,
que se deveria manter
para não perder rumo
em meio ao abismo,
como um vão,
que em vão à Alma fende
e que só de nós depende,
a certeza do malabarismo
alcançando assim
o Paroxismo.
01/07/09
Leiam também "Mergulho" no Blog do Religare Café.
e sem perceber, distamos,
de nossa essência
esquecendo da consciência,
de ser,
que se deveria manter
para não perder rumo
em meio ao abismo,
como um vão,
que em vão à Alma fende
e que só de nós depende,
a certeza do malabarismo
alcançando assim
o Paroxismo.
01/07/09
Leiam também "Mergulho" no Blog do Religare Café.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
PURA INSPIRAÇÃO

Amor...
É uma palavra simples
Porém composta de vários sentimentos,
É uma palavra doce
Porém tempera qualquer relação,
É uma palavra pequena
Porém engrandece todos os sentimentos,
É uma palavra leve
Porém pesa em qualquer coração,
É uma palavra única
Porém alimenta milhares de seres,
É uma palavra minha
Porém tornou de nós dois,
um só coração.
Pura inspiração-Larissa
segunda-feira, 29 de junho de 2009
o último véu
O último véu,
é aquele que não cai
mantendo-nos na posição
que nos retrai
que é sempre pré-condição
que se esvai
na esteira do tempo
nos deixando ao relento.
E as circunstância,
ilusões da instância
onde ainda estamos,
sem perceber,
perdidos ao léo
tentando derrubar,
o último véu.
é aquele que não cai
mantendo-nos na posição
que nos retrai
que é sempre pré-condição
que se esvai
na esteira do tempo
nos deixando ao relento.
E as circunstância,
ilusões da instância
onde ainda estamos,
sem perceber,
perdidos ao léo
tentando derrubar,
o último véu.
sábado, 27 de junho de 2009
VÁRIAS CORES FORMAM VOCÊ
.
Seus cabelos pretos brilham
Sua pele branca reflete
Seus olhos castanhos enobrecem
Sua boca rosa, veludo
Um narizinho pontudo
.
Um queixo, lindo, um beijo
E um pescoço macio
Visivel corpo sadio
Me fez gostar mais de você.
.
Suas mãos macias, maças.
Escrevem cartas de amor
Que dizem coisas bonitas
Muitas vezes escritas
em um momento de dor
.
Me toca, faz um carinho
Nunca me esqueça sozinho
Sua sombra no meu caminho
Uma abelha pousa na flor
.
E nessa flor não tem espinho
nunca estou abandonado
Ligeiramente apavorado
como um filhote no ninho
.
André Anlub
Seus cabelos pretos brilham
Sua pele branca reflete
Seus olhos castanhos enobrecem
Sua boca rosa, veludo
Um narizinho pontudo
.
Um queixo, lindo, um beijo
E um pescoço macio
Visivel corpo sadio
Me fez gostar mais de você.
.
Suas mãos macias, maças.
Escrevem cartas de amor
Que dizem coisas bonitas
Muitas vezes escritas
em um momento de dor
.
Me toca, faz um carinho
Nunca me esqueça sozinho
Sua sombra no meu caminho
Uma abelha pousa na flor
.
E nessa flor não tem espinho
nunca estou abandonado
Ligeiramente apavorado
como um filhote no ninho
.
André Anlub
André Luiz Anlub [Poeteideser]
GRIPE SULINA OU SUÍNA
.
Agora vem a gripe suína
Já houve a espanhola
Mosquito da dengue
O vírus Ébola
.
Para uns, um modismo
Outros, coisa séria
Uns culpam o otimismo
Outros, a miséria
.
Empurram com a barriga
Cheios de entusiasmo
Cheios de lombriga
Vazias pelo marasmo
.
É culpa do país
Dos governantes
Por ai sempre se diz
Avisa aos navegantes
.
André Anlub
.
Agora vem a gripe suína
Já houve a espanhola
Mosquito da dengue
O vírus Ébola
.
Para uns, um modismo
Outros, coisa séria
Uns culpam o otimismo
Outros, a miséria
.
Empurram com a barriga
Cheios de entusiasmo
Cheios de lombriga
Vazias pelo marasmo
.
É culpa do país
Dos governantes
Por ai sempre se diz
Avisa aos navegantes
.
André Anlub
quinta-feira, 25 de junho de 2009
A Alça
. . . Quando penso em você,
vejo a Deus
e encontro a mim;
e no amor que se foi,
mas que não finda
encontro a alça,
que ergue meu espírito
em busca da Luz . . .
vejo a Deus
e encontro a mim;
e no amor que se foi,
mas que não finda
encontro a alça,
que ergue meu espírito
em busca da Luz . . .
segunda-feira, 15 de junho de 2009

OS VIVOS E OS MORTOS
Lya Luft
"Morrer não é ser deletado: aquele que aparentemente nos deixou está preservado no casulo de seu novo mistério, sem mais risco, doença ou tormentos"
Por mais que as notícias falem de crianças assassinadas com um tiro na cara e de mulheres grávidas estupradas; por mais que ao nosso lado, de todas as formas, se banalize a morte, sempre que ela nos atinge sentimos um grande abalo e fundo estranhamento. Ela nos ronda, e mesmo assim não aceitamos a Senhora Morte, cujo aceno vai nos levar também, inevitável. Ninguém sabe quando virá essa surpresa que não quereríamos ter. Chegará, súbita ou sorrateira, dedo dobrado que sinaliza: "Venha comigo, chega de brincar de vida, agora a coisa é real".
Meu primeiro encontro com ela foi a pomba morta de frio que, menininha ainda, encontrei no pátio de casa: pensei que ela estivesse dormindo e a aconcheguei debaixo do casaco. Quando me fizeram ver que estava morta, chorei inconformada. Muita insônia também sofri naquele tempo, quando morreu o menininho de 2 ou 3 anos, filho de um vizinho nosso. Os gritos de agonia daquele pai vararam a noite e chegaram até meu quarto, trazendo susto e terror só de lembrar, por longo tempo ainda. Mais tarde, eu conheceria intimamente a Velha Dama sobre a qual tanto já escrevi: ela abriu-me as portas do mistério e, embora eu nunca passasse da soleira, me fez valorizar mais a vida, os afetos, o que há de belo e bom na natureza, na arte e no ser humano, e me fez acreditar nos laços de amor que ela, a morte, não desfaz.
No recente desastre de avião, que levou num golpe mais de 200 pessoas, está uma prova dramática do quanto vivemos alienados em relação à morte, e quanto ela pode ser cruel. Sabemos de apenas alguns dramas desse acidente: o casal em lua de mel, pais perdendo filhos, dez funcionários de uma indústria francesa premiados com quatro dias no Rio com acompanhante. A lista é longa e triste. Nem precisamos de um cataclismo de grandes dimensões: basta a vida cotidiana, olhar um pouco para o lado, e lá está a morte, trazendo angústias sem medida.
No começo tudo é horrível: só desespero e dor. No choque inicial, palavras e gestos de conforto, embora essenciais, podem até parecer ofensivos a quem sofre tanto. Paciência com a pessoa enlutada faz parte dos cuidados em relação a ela: a dor é natural e necessária. Mas nossa frivolidade abomina silêncio, recolhimento e tristeza; queremos que o outro não nos perturbe nem ameace com suas lágrimas. Então dizemos: "Reaja! Não chore! Controle-se!", embora seja até perverso exigir isso de alguém que está de luto. Uma jovem reclamou que sua mãe, viúva, não parava de chorar. Desconfiei daquela vagamente irritada preocupação e perguntei: "Quanto tempo faz que seu pai morreu?". A resposta veio imediata: "Quinze dias". Sugeri que ela deixasse a mãe com seu sofrimento, para que um dia ela pudesse se recuperar. Porque, mesmo que não haja verdadeiro consolo, existe a possibilidade de, a seu tempo, cada um se recompor. Ainda que a gente nunca mais seja a mesma, mudar não é tornar-se pior. Faz parte desse processo, entender que a melhor homenagem a quem se foi é viver como ele gostaria que a gente vivesse. Esse é um dos segredos de não sobreviver como vítima que se arrasta indefinidamente, mas como quem reencontrou em si, de uma outra forma, o que parecia perdido.
Quando seus amigos choravam porque ele fora sentenciado, por uma sociedade preconceituosa, a tomar veneno, o grego Sócrates os censurou: "Por que se lamentam assim? Se a morte for um sono sem sonhos, que bom será. Mas, se for um reencontro com pessoas queridas, que bom será também!". O tempo vai preservar e iluminar os melhores momentos havidos. Talvez passemos a valorizar menos o dinheiro, o sucesso, a beleza e o poder. Seremos mais abertos à vida, mais gentis com os outros, mais bondosos conosco mesmos. Morrer não é ser deletado: aquele que aparentemente nos deixou está preservado no casulo de seu novo mistério, sem mais risco, doença ou tormentos. Não vai envelhecer nem sofrer nem se apartar de nós, os vivos. E não o perderemos nunca mais.
Assinar:
Postagens (Atom)
O INÍCIO
Tudo começou pelas idéias e confesso que demorou até chegar ao papel. Depois de alguns anos, os papéis ficaram amarelados e resolvi digitar tudo. Então percebi que era muita coisa, muitos sentimentos, muitas flores e muitos espinhos.O incentivo que dava à minha mãe para publicar um livro, passou ser o meu incentivo.Nos meus escritos, por assim dizer, tem um pouco de tudo, um pouco da vida, falo da natureza, das coisas simples, sofisticadas, de mim, de alegrias, triztezas, decepções, drogas e vontade de ver pessoas cada vez melhores a fim de construir , ou reconstruir esse mundo para legá-lo a gerações futuras.Sou jurista e não advogada. Não advogo porque não é minha vocação. Adoro ler e estudar, por isso migrei para a área científica do Direito.A minha verdadeira vocação é ARTES. De todo tipo: Dança, teatro, Artes plásticas, música, fotografias!Sou do tipo de tem ALMA DE ARTISTA. Sou cheia de ideais e esse fato muitas vezes me leva à profundas decepções, mas também tem suas recompensas. Então fico com as recompensas!Tenho um propósito bem latente hoje: O COMBATE ÁS DROGAS. A Droga é um Câncer e não prejudica e mata só quem a utliliza, destrói também a família.Poesia, hoje para mim, é um modo de vida. Uma maneira que encontrei para descarregar sentimentos oprimidos. Então escrevo muito. Tenho poesias mirabolantes até as mais singelas.MÚSICA: ahhhh, a música, o que seria do ser humano sem uma melodia. Apesar de já ter feito piano, violão e flauta, não toco, mas gosto de ouvir as mais variadas canções e os mais variados artistas. Comecei a valorizar também a música sem rótulos. Sim. Aquele que seu vizinho compôs e você acha bonita, aquela que você compôs e gostaria de gravar. Eu, por exemplo tenho várias letras de músicas, só falta a melodia-por pouco tempo!O verbo desse blog é FAZER!Já deixei de ficar de braços cruzados a muito tempo. Sempre fiz. No meu tempo...mas sempre fiz!Consigo hoje, pensar 10 vezes antes de falar, pois posso magoar alguém ou minha fala pode ser fruto de uma mentira ou fofoca, então procuro cultivar a fala amorosa e deixar de lado a fala imprópria e inadequada.Por muitos anos analisei a palavra PERDÃO; e sinceramente acho muito difícil perdoar. Então arranjei uma saída: NÃO ME OFENDER! Dessa forma não preciso perdoar, porque não fui ofendida.Gosto muito de ler e estudar filosofia e ultimamente estou estudando doutrinas e religiões orientais.Apesar de não parecer, eu tenho uma tremenda habilidade para falar em público, principalmente com a platéia cheia. Quanto mais gente melhor.A DANÇA: é minha asa. Dançando consigo voar, plainar...Gosto de danças nas suas diversas formas, só não me convide pra dançar Funk.ARTES PLÁSTICAS: a pintura , seja ela qual for é o nosso retrato do dia. Gosto muito de pintar. Me relaxa e eu viajo nas cores. Gosto de Monet, Picasso e Portinari. Acho Da Vinci incrível, mas não faz meu estilo. Bem, adoro artistas desconhecidos, aliás são os que eu mais gosto.Quando a gente cresce, percebe que ser uma constante na vida é praticamente impossível. Nós somos seres de "altos e baixos", principalmente nos dias de hoje, onde as doenças mentais cresceram absurdamente. As pessoas hoje são tão preocupadas, correm de um lado para outro, as crianças sofrem de hiperatividade, ninguém tem gentileza no trânsito, ninguém tem mais paciencia.O mundo precisa urgente de uma palavrinha mágica chamada TOLERÂNCIA! A TOLERÂNCIA no meu ponto de vista, é a bola da vez desse século. E quando digo tolerância falo de sentido amplo. Tolerancia no trânsito, no trabalho, dentro de casa, ao telefone, com amigos, com estranhos, com a natureza, com o planeta, com VOCÊ! Sim. Temos que ser tolerantes com nós mesmos também. Se eu não consigo ser tolerante e amável comigo mesma, como conseguirei ser com quem está ao meu lado?É isso, aos poucos todos que entrarem ou participarem desse blog irão me conhecer um pouquinho melhor e o mais importante, se esforçarão para ser pessoas melhores.COMO NÃO POSSO MUDAR O MUNDO, VOU COMECAR PELAS PESSOAS!Larissa


